Viagem Pós-congresso à Ilha de Páscoa

Convidamos vocês a nos reencontrarmos depois dos sete dias de Congresso e continuarmos descobrindo o sagrado ensinamento em uma travessia à ILHA GRANDE... Rapa Nui.

Bem-vindos, Irmãos do Mundo!

 

 

 

RAPA NUI

Nas pirâmides do Egito, na avançada astronomia da cultura maia, nos misteriosos relatos da Índia, ou, sem ir mais longe, na mítica Ilha de Páscoa, encontramos indícios de tempos que escapam ao acervo, sempre empírico, dos estudiosos.   Sobre tudo isso foram criadas, pois, teorias e especulações, vindas das mais diversas correntes investigativas, que têm mantido, até a presente data, a humanidade em incerteza.

RAPA NUI (Ilha Grande) ou TE PITO O TE HENÚA (O Umbigo do Mundo), assim é conhecida a ILHA DE PÁSCOA. Não obstante o que foi mencionado, que é de conhecimento mundial, os anciãos sábios da ilha nos indicam que existe um nome mais sagrado pelo qual se o conhece: TE PITO KURA (o umbigo de luz ou umbigo que cura), cuja representação física temos precisamente na mesma ilha no AHU (Santuário ou Trono) que leva este nome, no qual encontramos um dos Moai mais espetaculares em tamanho e peso (10 metros de altura, com mais de 70 toneladas).

Singularmente, a uns 40 metros à esquerda desse “ahu”, encontra-se uma grande rocha com forma ovalada e completamente polida, rodeada por um muro de pedra e por outras quatro pedras que criam imaginariamente um quadrado e ao mesmo tempo uma forma de “x”.

 

 

 

 

Reza a lenda que o Ariki Hotu Matua’a, o primeiro rei da dinastia Rapa Nui, chegou à Ilha de Páscoa levando consigo essa enorme pedra portadora de “mana” (poder espiritual outorgado pelos deuses).

Podemos agora inspiradoramente observar certas sincronias semânticas, antropológicas, arqueológicas e místicas com outras civilizações e povos que vieram posteriormente.

Indica-nos o V.M. Samael Aun Weor:

“A Antropologia Gnóstica é uma antropologia psicoanalítica. Nós, por meio da Psicanálise, podemos extrair de cada peça, sítio, pirâmide, tumba, etc. os princípios psicológicos contidos em tais peças”

 

A sugestão que nos faz o V.M. Samael Aun Weor deixa entrever o princípio base por intermédio do qual poderemos colher os elementos espirituais contidos nas misteriosas mensagens de tal Ilha do Pacífico Sul: a meditação.

Em um dos livros do mestre encontramos mais pistas que devemos considerar para começar nossa investigação, que, em última instância, compreenderemos em estados de consciência correspondentes.

Ali nos devela o seguinte:

 “Resulta ostensível que o Mioceno teve seu próprio cenário na antiga terra lemúrica. Mas reflexionemos um pouco. Onde estava localizada a Lemúria? No Oceano Pacífico, isso é óbvio. Cobria uma extensa zona desse mar. Ao longo de dez mil anos de terremotos foi submergindo-se pouco a pouco nas embravecidas ondas do oceano. Mas ficaram restos da Lemúria, na Oceania, Austrália, a Ilha de Páscoa, etc.“

 

 

 

O outrora continente MU ou Lemúria, que deixou, após seu afundamento nas águas do Oceano Pacífico, a mítica Ilha de Páscoa, leva-nos a relembrar um processo íntimo-cósmico, e chave para as futuras humanidades e nossas atuais vidas. MU, terras ainda lembradas entre os sábios anciãos do alto Cuzco como Hatum-Pachamama, Pátria-Mãe.  

Irmãos, nessas terras anfitriãs, poderemos ter, cada qual, a oportunidade de aceder física e internamente, queira Deus, aos aspectos herméticos que ainda subsistem em RAPA NUI e considerar que, de alguma forma, são terras do lugar espiritual de onde saímos exilados.

Iorana! (Até breve, no idioma Rapa Nui).

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